O Chute Lateral Com Giro Por Trás (Back Spinning Kick), ou o conhecido Tora Yop Tchagui para os taekwondistas, é um dos chutes mais poderosos que conheço. Sempre que converso com qualquer lutador, não importa de qual segmento, vejo que eles ficam surpresos com a eficiência e com a velocidade com que os lutadores de taekwondo conseguem aplicar o chute.
Curiosamente, a maioria dos lutadores que não saíram do taekwondo executam esse chute de forma “estranha”. No vídeo abaixo, o comentarista do UFC, Joe Rogan, ensina ninguém menos que George St-Pierre, a executar esse que é um dos chutes mais eficientes que existem.
Fonte: Kuro Obi
terça-feira, 7 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Chávez Jr. leva seu 1º cinturão nos pesos médios
O filho da lenda mexicana Júlio César Chávez alcançou nesta madrugada o cinturão do Conselho Mundial de Boxe (CMB) ao derrotar por pontos, em 12 assaltos, o alemão Sebastian Zbik, que estava invicto. Chávez Junior se tornou desta forma o primeiro mexicano a ganhar o título da categoria e o primeiro a ser coroado no Staples Center.
Em combate realizado em Los Angeles, nos Estados Unidos, Chávez superou o adversário com uma pontuação de 115-113, 116-112 e 114-114.
Zbik parecia mais ativo do que o mexicano ao encaixar mais golpes e com mais precisão, mas os golpes de Chávez causaram mais danos, porque ele entrou no ringue com mais peso depois de se recuperar no final da pesagem, um dia antes.
Curiosamente, Chávez Jr. conquistou seu primeiro título mundial, no Staples Center, Los Angeles, a mesma cidade onde seu pai ganhou seu primeiro título internacional, em 1984, derrotando Mario Martínez para alcançar o título da CMB, no Olympic Auditorium.
O Staples Center foi também o local onde seu pai fez sua última luta, em 28 de maio de 2005 contra Iván Robinson.
Com o título, Chávez e Chávez Jr. se tornam a segunda dupla mexicana, de pai e filho, que consegue ser campeões do mundo, depois da dinastia dos Gustavo Espadas.
Fonte: UOL Esporte
domingo, 5 de junho de 2011
St-Pierre vs. Diaz no UFC 137 em outubro
Após um mês de rumores que começou logo após o 129, em toronto, é oficial: O campeão dos meio-médios (welterweight) da UFC, George St-Pierre, irá defender o seu título contra o campeão da Strikeforce Nick Diaz.
O presidente Dana White anunciou a notícia esta quarta feira através da sua conta do Twitter: “Vocês queriam, vocês vão ter”. A luta irá ter lugar a 29 de Outubro em Las Vegas, no que será o UFC 137.
St-Pierre (22-2, 16-2 UFC) teve a sua “streak” de 30 rounds vitoriosos destruída por Jake Shields. Mas continua a ser o campeão mais dominante no esporte nos últimos 3 anos. Desde que venceu o título de 77 kg a Matt Serra no UFC 83, o canadense defendeu o título por 6 vezes consecutivas, contra Jon Fitch, BJ Penn, Thiago Alves, Dan Hardy, Kosheck e Shields. Após vencer o título pela primeira vez, Matt Hughes no UFC 65, St-Pierre perdeu para Serra na sua primeira defesa do título, na que é considerada a maior “surpresa” na história do esporte. Mas desde então, GSP tem sido imparável.
Diaz (25-7-1, 6-4 UFC) regressa ao UFC de deixar o UFC 65, em 2006. Após a sua saída, ele obteve um recorde de 11-1 com vitórias na EliteXC, Dream e Strikeforce. Ele venceu o título da promoção a Marius Zaromskis em janeiro de 2010 e defendeu-o 3 vezes, sobre KJ Noons, Evangelista Santos e Paul Daley.
O site mmafighting.com falou com César Gracie, empresário e treinador de Diaz, sobre como o negócio foi fechado e o que isso significa para o futuro do Strikeforce e de Diaz.
Uma transcrição da conversa pode ser lida abaixo:
Como é que este negócio foi feito?
Acabamos de enviar o contrato ontem e chegou no escritório de Dana hoje.
Nick agora é um lutador do UFC?
Você quer saber? Essa é uma pergunta interessante e eles não me disseram como vão estruturar isso.
E o seu cinturão do Strikeforce está em jogo?
Eu não sei. Eu realmente não sei. Eles não me disseram se o cinturão está em jogo. Mas Eu acho que não. Vamos supor que o GSP vença a luta e se torne campeão do Strikeforce, e depois? Ele vai lutar com alguém do Strikeforce? Eu acho que não, mas temos que conversar sobre isso com Dana.
Nick assinou um contrato de só uma luta com o UFC?
Temos um novo acordo para muitas lutas.
Quantas lutas preve o novo contrato?
Posso dizer que é um contrato para vários anos com o UFC.
Então parece que ele é um lutador do UFC agora.
Certo, mas o contrato dá a opção de lutar no Strikeforce também.
No fim de semana, Dana White se referiua a algumas questões que poderiam impedir a luta de ser realizada. Você sabe como essas pendências foram resolvidas?
Havia muita desinformação - havia muito falatório de gente de fora sem fundamento. Ao contrário do que diziam, o Showtime, não foi um problema. Eles não têm um contrato com Nick. O contrato de Nick é rigorosamente com o Strikeforce. Nunca foi um contrato com a Showtime. E se o contrato de Nick atrapalhava alguma coisa, agora não atrapalha mais pois nick assinou um novo contrato que torna sem efeito o antigo.
Você sabe se Showtime está recebendo qualquer tipo de percentagem do pay-per-view?
Não faço ideia.
Sabe porque Vegas foi escolhida como o local da luta?
Havia dúvida entre dois possíveis locais: um seria no Canadá e o outro em Las Vegas. Oficialmente não sabemos qual foi escolhido
Teria concordado com a luta no Canadá?
Eu digo que seria melhor se nós lutarmos em Las Vegas, é claro, porque então o cinto não precisaria viajar muito, já que Nick vai ganhar.
Fonte: Notícias MMA e Blog do João Alves
sábado, 4 de junho de 2011
Filho de lenda, Chávez Jr. tenta criar sua própria história
Ter um pai famoso no mundo do esporte é certeza de pressão pelo mesmo reconhecimento e pelo mesmo sucesso na carreira. Este é exatamente o caso de Julio César Chávez Jr., filho do astro de boxe de mesmo nome, considerado um dos melhores pugilistas da história. Aos 25 anos, o mexicano enfrenta neste sábado sua primeira luta por título mundial e, ao mesmo tempo, encara a desconfiança em relação à sua habilidade com os punhos.
Chávez, o pai, brilhou nos ringues nas décadas de 80 e 90, conquistando seis cinturões em três categorias de peso. Duelou com nomes como Oscar de la Hoya, em lutas memoráveis. E, desde 2003, são os filhos, Julio e Omar, quem levam o nome da família nas costas no boxe.
Julio nasceu no auge do veterano, hoje de 48 anos, quando o pai era campeão dos superpenas, em 1986. Já aos 17 anos, em 2003, lançou-se na carreira profissional, um caminho cultivado com muita cautela e muitas dúvidas sobre seu real potencial.
Tudo para levá-lo à luta deste sábado, no Staples Center, em Los Angeles (EUA), em que enfrentará o também invicto Sebastian Zbik, por seu primeiro título, o dos médios do Conselho Mundial de Boxe.
O grande problema para os críticos foi o exagero de cautela com o mexicano até este momento, fruto do trabalho da empresa Top Rank, de Bob Arum - a mesma que agencia Manny Pacquiao.
Chávez Jr. não era considerado bom o suficiente para ser campeão do mundo e, antes deste encontro com Zbik, Jr. realizou 43 lutas, com 42 vitórias e um empate. Só depois de muito tempo, no entanto, começou a encarar adversários perigosos e com retrospectos que realmente o colocassem num desafio.
“As críticas só me motivaram a ser melhor. Lentamente eu fui subindo para melhores disputas, sempre crescendo e provando a todos que posso ser campeão do mundo”, disse o mexicano, à ESPN norte-americana.
Zbik, da Alemanha, tem 29 anos e chegou ao título interino da categoria - antes, o cinturão dos médios do CMB era do argentino Sergio Martinez. Apesar das 30 vitórias na carreira, só nocauteou dez rivais e nunca realizou combates nos Estados Unidos, também tendo muito a provar em Los Angeles.
“Esta é a oportunidade perfeita para eu criar minha própria história. Meu nome é Júlio César Chavez e sou muito orgulhoso de carrega-lo. Mas agora estou pronto para criar o meu próprio legado”, afirmou o mexicano, que teve o pai aparecendo em seus treinamentos e compartilhando dicas de seus velhos tempos nos ringues.
Relembre, com o vídeo abaixo, os melhores momentos do pai de Chávez Jr., a lenda, Júlio César Chavez:
Julio Cesar Chavez Highlight por blackirish137
Fonte: UOL Esporte
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Livro resgata fase áurea dos nocautes de Tyson
Há 20 anos, Mike Tyson foi preso por abuso sexual, encerrando a primeira fase de sua carreira, quando ficou conhecido pelo estilo agressivo dentro dos ringues, que o levou ao título mundial com nocautes brutais. A partir da condenação, no entanto, a vida pessoal do peso pesado passou a se sobrepujar sobre o seu lado atleta, com confusões, abuso de drogas e uma triste aposentadoria. Esquecendo um pouco deste lado “sombrio”, um livro brasileiro lançado nesta terça-feira resgata aquele Tyson que arrebatou fãs para o pugilismo e, ao descrever suas lutas, explica um pouco do sucesso do norte-americano com as luvas.
O projeto é assinado pelo jornalista do jornal “O Estado de S. Paulo” Wilson Baldini Jr. Com “'Mike Tyson – Uma trajetória de nocautes”, o especialista em boxe selecionou dez combates do lutador e, ao detalhar os preparativos, as lutas e seus desdobramentos, conta um pouco da história do norte-americano, analisando sua desenvoltura no quadrilátero.
“É um livro puramente jornalístico. Foquei tudo nas lutas: pré-luta, luta e pós-luta. Não tem estupro, problemas com a polícia, nada do que aconteceu fora do boxe”, explica Baldini. “É um resgate da vida dele, mas como lutador. A ideia foi pegar dez lutas que contem histórias da carreira dele, para não ter de contar puramente de forma cronológica, como numa biografia.”
Curiosamente, foi uma polêmica dentro do ringue que inspirou Baldini a escrever um livro. Nascido no Bom Retiro, bairro tradicional de São Paulo, ele cresceu cercado por histórias de Eder Jofre e Muhammad Ali, mas foi como jornalista que acompanhou seu maior ídolo, Tyson, inclusive indo aos Estados Unidos para cobrir seus duelos.
Após assistir ao famoso combate de 1997, em que Tyson mordeu a orelha de Evander Holyfield, Baldini resolveu tentar a sorte como autor. Depois de muita briga para conseguir uma editora, fechou com a Publisher Brasil, que o aconselhou a aumentar a abrangência de lutas.
Além das duas com Holyfield, ele escolheu então mais oito, incluindo aí rivais do “Iron Mike” como Michael Spinks e Marvis Frazier. “Faltam lutas? Faltam. Teria outras para colocar, mas é é legal causar essa discussão com o leitor, um debate gostoso, que vira interminável.”
Entre as entrevistas colhidas à época de cada luta e os registros relembrados pelo próprio jornalista, Baldini analisa o estilo de Tyson. Parte do que se via no ringue, admite ele, é fruto de sua infância difícil, em que passou diversas vezes por prisões antes de encontrar o boxe e mudar de vida, com uma carreira muito bem planejada.
“O que sempre falo é que ele teve uma carreira muito bem planejada. Tyson tinha empresários que sabiam tratar da parte de marketing, algo que ainda não era tão bem desenvolvido. Após seu primeiro ano, eles pegaram suas lutas, fizeram uma fita cassete e entregaram para os comentaristas. A partir disso, virou um burburinho vê-lo lutar”, conta ele.
Com as luvas, o modo de lutar excêntrico para a categoria ajudou a formar um ídolo. “Quando se fala em um peso pesado, pensa-se num cara grande. Mas ele tem 1,81. Então, seu estilo de encurtar a distância contra adversários mais altos e conseguir nocautes violentos é que formou uma áurea absurda em torno do seu nome”, completou Baldini, que diz ter nos planos ampliar a literatura nacional de boxe, planejando contar no futuro histórias de ídolos brasileiros como Maguila e Eder Jofre.
Assista a alguns dos melhores nocautes do jovem Mike Tyson
Fonte: UOL Esporte
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Confirmado: Fedor vs. Henderson no próximo Strikeforce
O "Último Imperador", o russo Fedor Emelianenko, volta às jaulas para enfrentar ninguém menos do que Dan Henderson (27-8), no próximo Strikeforce. O que esperar? Será que Fedor voltará com tudo? Ou podemos esperar mais uma derrota do até pouco tempo “Tiger Woods” do MMA?
Entretanto, parece que essa lenda viva do MMA já sabe onde precisa focar o seus treinamentos para enfrentar o campeão dos meio-pesados do Strikeforce, o americano Dan Henderson, no dia 30 de Julho, durante o Strikeforce: Fedor vs. Henderson, e claro que o treinamento está sendo focado no seu “calcanhar de Aquiles” das suas últimas duas lutas, o grappling.
Depois de treinar com a lenda do K-1, Ernesto Hoost, Fedor permanece na Holanda, e dessa vez foi treinar na conceituada academia Kops Gym em Amsterdam, confira parte do treinamento de grappling do russo.
Fonte: MMA by Neko e Kuro Obi
Entretanto, parece que essa lenda viva do MMA já sabe onde precisa focar o seus treinamentos para enfrentar o campeão dos meio-pesados do Strikeforce, o americano Dan Henderson, no dia 30 de Julho, durante o Strikeforce: Fedor vs. Henderson, e claro que o treinamento está sendo focado no seu “calcanhar de Aquiles” das suas últimas duas lutas, o grappling.
Depois de treinar com a lenda do K-1, Ernesto Hoost, Fedor permanece na Holanda, e dessa vez foi treinar na conceituada academia Kops Gym em Amsterdam, confira parte do treinamento de grappling do russo.
Fonte: MMA by Neko e Kuro Obi
Chael Sonnen provoca chamando Anderson Silva de afeminado
Mesmo afastado por tempo indeterminado do UFC, Chael Sonnen continua protagonizando polêmicas fora do octógono. Antigo desafeto de Anderson Silva, o norte-americano voltou a provocar o brasileiro chamando o Aranha de afeminado nesta quarta-feira.
O falastrão Chael Sonnen obviamente não poderia ficar totalmente calado após as declarações de Anderson Silva, que o havia chamado de perdedor. O estadunidense usou o seu Twitter para detonar o brasileiro.
“É difícil responder ao Anderson. Ele é tão afeminado que nada que você possa dizer para ele ou sobre ele vai ser pior que o que Deus já fez com ele”, declarou o lutador por meio do Twitter (@sonnench).
Na verdade, Sonnen se manifestou devido à entrevista de Anderson Silva ao jornal “O Globo” do último fim de semana. Nela, o brasileiro criticou seu próximo rival Yushin Okami por treinar com o “perdedor” Chael Sonnen, como frisou o campeão dos médios do UFC.
“Você tem de procurar a melhor pessoa para te treinar, e acho que ele escolheu mal. Eu jamais me alinharia a um perdedor. Perdedor em todos os sentidos. Não ganhou a luta, foi pego no doping, está sendo processado por várias coisas e está suspenso do UFC”, afirmou Silva.
Anderson Silva manteve o cinturão em agosto do ano passado ao conseguir uma vitória emocionante no último round sobre Chael Sonnen. Após o combate, o norte-americano testou positivo no exame antidoping e ficou suspenso até agora sem previsão de retorno ao MMA. A princípio, ele só poderá apelar da decisão em 2012.
Anderson Silva, por sua vez, continua com os treinamentos para manter o cinturão na luta principal do UFC Rio, no dia 27 de agosto, contra Yushin Okami.
Fonte: UOL Esporte
O falastrão Chael Sonnen obviamente não poderia ficar totalmente calado após as declarações de Anderson Silva, que o havia chamado de perdedor. O estadunidense usou o seu Twitter para detonar o brasileiro.
“É difícil responder ao Anderson. Ele é tão afeminado que nada que você possa dizer para ele ou sobre ele vai ser pior que o que Deus já fez com ele”, declarou o lutador por meio do Twitter (@sonnench).
Na verdade, Sonnen se manifestou devido à entrevista de Anderson Silva ao jornal “O Globo” do último fim de semana. Nela, o brasileiro criticou seu próximo rival Yushin Okami por treinar com o “perdedor” Chael Sonnen, como frisou o campeão dos médios do UFC.
“Você tem de procurar a melhor pessoa para te treinar, e acho que ele escolheu mal. Eu jamais me alinharia a um perdedor. Perdedor em todos os sentidos. Não ganhou a luta, foi pego no doping, está sendo processado por várias coisas e está suspenso do UFC”, afirmou Silva.
Anderson Silva manteve o cinturão em agosto do ano passado ao conseguir uma vitória emocionante no último round sobre Chael Sonnen. Após o combate, o norte-americano testou positivo no exame antidoping e ficou suspenso até agora sem previsão de retorno ao MMA. A princípio, ele só poderá apelar da decisão em 2012.
Anderson Silva, por sua vez, continua com os treinamentos para manter o cinturão na luta principal do UFC Rio, no dia 27 de agosto, contra Yushin Okami.
Fonte: UOL Esporte
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