"Aquele que pratica o boxe como profissão, meio de vida"
O que é ser um boxeador?
O boxeador é o profissional que pratica o boxe como profissão. O boxe é uma luta esportiva que utiliza os punhos, tanto para a defesa, quanto para o ataque. Modernamente chamada de pugilismo, o boxe é uma modalidade esportiva que tem adeptos em todo o mundo e possui regras, categorias, juízes, treinadores e equipamentos específicos a serem usados na luta. O boxeador tem um ritmo de treino muito acelerado e seu objetivo é vencer o adversário derrubando-o no ringue, ou golpeando-o mais vezes.
Quais as características necessárias para ser um boxeador?
Para ser um boxeador é necessário que o profissional goste muito de esporte e tenha disposição para treinar duro. Outras características interessantes são:
- disciplina
- força física
- disponibilidade para treinar
- responsabilidade
- flexibilidade
- capacidade de concentração
- facilidade para os esportes
- ser esportivo e saber perder uma luta
Qual a formação necessária para ser um boxeador?
Não existe formação necessária para ser um boxeador, pois por ser um esporte, o aprendizado vem com o treinamento. Existem muitas escolas, cursos e academias que possuem aulas de boxe. É necessário que o candidato se empenhe muito e treine duro para que o treinador reconheça seu esforço e seu talento. As categorias do boxe amador e profissional são divididas por peso e, uma vez que o profissional e o treinador se dispõem a realizar lutas, o pugilista vai subindo de categoria conforme sua vontade e o ganho de peso.
Principais atividades
- treinar constantemente
- exercitar-se constantemente
- alongar-se
- alimentar-se corretamente com ajuda de um nutricionista
- em vésperas de luta estar dentro do limite da pesagem, para poder se enquadrar na categoria
- lutar sempre que marcada a luta
Áreas de atuação e especialidades
Os golpes mais usados no boxe são:
Jab: Golpe muito eficaz por manter certa distância do oponente, geralmente utilizado como preparatório para outro golpe
Direto: Golpe potente, realizado com o braço de forma horizontal, golpeando frontalmente, de maneira rápida e forte
Cruzado: Golpe potente que tem como alvo a lateral da cabeça do adversário
Upper: golpe desferido de baixo para cima, visando atingir o queixo do oponente
Swing: golpe aplicado no maxilar do oponente e desferido de cima para baixo
Hook ou gancho: Golpe desferido de maneira a atingir a linha da cintura do oponente
Mercado de trabalho
O mercado de trabalho para o profissional de pugilismo é grande, porém faltam incentivos a esse esporte, já que no Brasil, infelizmente, não há tantos investimentos em esporte e cultura quando deveria. Porém, exixtem muitas escolas, cursos, academias e projetos sociais que formam esportistas e atletas muito aptos a participar de competições regionais ou até mesmo a representar o Brasil em competições internacionais.
Curiosidades
A palavra boxe vem do verbo da língua inglesa "to Box" que significa bater. Já a denominação mais moderna, pugilismo, vem do latim "pugil", que quer dizer "lutador com cestus", que eram espécies de luvas que protegiam os punhos dos lutadores, ou de "pugillus", que significa "punho fechado".
As lutas sem proteção eram muito populares e cruéis na Inglaterra do séc XVIII e XIX. O boxe, como esporte foi formulado em 1867, com regras que previam o uso de luvas e limitação de tempo nos rounds, porém, as regras só entraram em vigor em 1872. Depois das reformulações, o boxe só foi incluído nas Olimpíadas de 1912, em Estocolmo, ainda assim apenas como demonstração, passando a valer medalha somente nas Olimpíadas de 1920, na Antuérpia.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Hajime no Ippo - Um anime que nos transmite a essência do boxe!
Hajime no Ippo é uma destas séries imperdíveis, que faz até as pessoas sem nenhum interesse em boxe gostar do anime e até do próprio esporte. O anime chega a ser rico em detalhes sobre o boxe, mostrando vários estilos de lutas, formas de treino e o cotidiano de um pugilista. É difícil parar de ver os episódios, isto porque a história flui de uma maneira leve e agradável, com vários momentos bem medidos de drama, ação, romance e comédia (que faz dar altas risadas).
Outro dos aspectos interessante nesta série é a música e desde já recomendo ouvir o tema de abertura da série, “Under Star” pelos Shocking Lemons. As músicas que compõem a trilha sonora são bastante variadas e percorrem desde o rock até a música eletrônica, tudo isto misturado com música clássica.
A série também possui um OVA intitulado de Hajime no Ippo - Mashiba vs. Kimura e um filme chamado Hajime no Ippo - Champion Road.
Hajime no Ippo (O Primeiro Passo), é um anime de boxe baseado no manga escrito por George Morikawa e publicado na revista japonesa Shonen Magazine em 1989. Desde o seu lançamento ele fez um tremendo sucesso até finalmente virar anime em 2000 através da Madhouse com um total de 76 episódios.
O anime não termina a história, a série chega somente até o volume 30 do mangá, que atualmente está no volume 88 e ainda falta muito para chegar ao fim no Japão.
Sabemos quando um anime é bom quando não conseguimos parar de assisti-lo. Este é o caso de Hajime no Ippo: é começar a assistir e não querer parar mais.
História
Ippo Makunouchi é um rapaz de 16 anos muito tímido, porém, diferente dos outros adolescentes, ele gasta a maioria do tempo livre ajudando a sua mãe na loja de pesca da família. Devido ao trabalho, ele nunca possui tempo livre para praticar desporto e fazer amigos e fica com um cheiro horrível de peixe e acaba sendo gozado pelos outros alunos. Ou seja, a sua vida não é das melhores.
Um dia voltando para casa, Ippo é interceptado por três companheiros de escola que decidem dar-lhe uma surra, deixando-o quase inconsciente. Por sorte por ali passava Takamura Mamoru, um pugilista veterano que chegou a ser campeão juvenil japonês. Ele salva Ippo e o leva para o ginásio de boxe para tratar dos seus ferimentos. Depois que se recupera, Takamura pede a Ippo bater no saco de areia, e ao vê-lo socar, todos ficam impressionados se perguntando como alguém que nunca treinou boxe conseguia ter um soco tão forte (força essa adquirida depois de vários anos carregando caixas cheias de gelo para pesca). Ao ver que Ippo tem talento, Takamura decide emprestar alguns vídeos de boxe. O jovem decide então seguir os passos de Takamura, e começa a treinar para se tornar um pugilista, dando à sua vida um objetivo: saber "o que é ser forte". E começa o caminho de Ippo, rumo a se tornar um grande pugilista.
Para baixar os episódios visite o 'site' da Sports Project!
Outro dos aspectos interessante nesta série é a música e desde já recomendo ouvir o tema de abertura da série, “Under Star” pelos Shocking Lemons. As músicas que compõem a trilha sonora são bastante variadas e percorrem desde o rock até a música eletrônica, tudo isto misturado com música clássica.
A série também possui um OVA intitulado de Hajime no Ippo - Mashiba vs. Kimura e um filme chamado Hajime no Ippo - Champion Road.
Hajime no Ippo (O Primeiro Passo), é um anime de boxe baseado no manga escrito por George Morikawa e publicado na revista japonesa Shonen Magazine em 1989. Desde o seu lançamento ele fez um tremendo sucesso até finalmente virar anime em 2000 através da Madhouse com um total de 76 episódios.
O anime não termina a história, a série chega somente até o volume 30 do mangá, que atualmente está no volume 88 e ainda falta muito para chegar ao fim no Japão.
Sabemos quando um anime é bom quando não conseguimos parar de assisti-lo. Este é o caso de Hajime no Ippo: é começar a assistir e não querer parar mais.
História
Ippo Makunouchi é um rapaz de 16 anos muito tímido, porém, diferente dos outros adolescentes, ele gasta a maioria do tempo livre ajudando a sua mãe na loja de pesca da família. Devido ao trabalho, ele nunca possui tempo livre para praticar desporto e fazer amigos e fica com um cheiro horrível de peixe e acaba sendo gozado pelos outros alunos. Ou seja, a sua vida não é das melhores.
Um dia voltando para casa, Ippo é interceptado por três companheiros de escola que decidem dar-lhe uma surra, deixando-o quase inconsciente. Por sorte por ali passava Takamura Mamoru, um pugilista veterano que chegou a ser campeão juvenil japonês. Ele salva Ippo e o leva para o ginásio de boxe para tratar dos seus ferimentos. Depois que se recupera, Takamura pede a Ippo bater no saco de areia, e ao vê-lo socar, todos ficam impressionados se perguntando como alguém que nunca treinou boxe conseguia ter um soco tão forte (força essa adquirida depois de vários anos carregando caixas cheias de gelo para pesca). Ao ver que Ippo tem talento, Takamura decide emprestar alguns vídeos de boxe. O jovem decide então seguir os passos de Takamura, e começa a treinar para se tornar um pugilista, dando à sua vida um objetivo: saber "o que é ser forte". E começa o caminho de Ippo, rumo a se tornar um grande pugilista.
Para baixar os episódios visite o 'site' da Sports Project!
Hoje o MMA tomou o lugar do Boxe em popularidade e mídia!?
Antigamente o UFC era um evento bem 'underground'...
Lembro-me bem de quando garoto que eu tinha que alugar as fitas K7 dos primeiros UFC's para poder assistir.
Bons tempos de Royce Gracie, Marcos Ruas, Pedro Rizzo, Shamrock, Severn etc...
Antigamente também, a geração do boxe era muito popular... lendas como César Chávez, De La Roya, Tyson, Foreman, Holyfield entre outros...
Hoje parece que o boxe perdeu muito espaço para o UFC... ou simplesmente perdeu a força.
Depois que Popó parou, raramente se transmite uma luta, ou se fala de boxe em programas esportivos. Já o UFC, está tendo uma supervalorização, tendo eventos transmitidos ao vivo pro Brasil e atletas como o Minotauro indo em programas populares difundir o esporte...
Isso está fazendo muitos atletas desistirem do boxe e irem para o mundo do MMA... como se só restasse essa opção.
Seria a falta de ídolos no Boxe ou é o fato do UFC ser mesmo um esporte de luta mais completo e mais bem promovido?
Lembro-me bem de quando garoto que eu tinha que alugar as fitas K7 dos primeiros UFC's para poder assistir.
Bons tempos de Royce Gracie, Marcos Ruas, Pedro Rizzo, Shamrock, Severn etc...
Antigamente também, a geração do boxe era muito popular... lendas como César Chávez, De La Roya, Tyson, Foreman, Holyfield entre outros...
Hoje parece que o boxe perdeu muito espaço para o UFC... ou simplesmente perdeu a força.
Depois que Popó parou, raramente se transmite uma luta, ou se fala de boxe em programas esportivos. Já o UFC, está tendo uma supervalorização, tendo eventos transmitidos ao vivo pro Brasil e atletas como o Minotauro indo em programas populares difundir o esporte...
Isso está fazendo muitos atletas desistirem do boxe e irem para o mundo do MMA... como se só restasse essa opção.
Seria a falta de ídolos no Boxe ou é o fato do UFC ser mesmo um esporte de luta mais completo e mais bem promovido?
Wanderlei Silva faz as pazes com Alejarra e desafia Belfort: 'Agora não tem para onde correr'
Afastado do octógono desde Julho de 2010 em função de uma cirurgia no joelho direito, um dos maiores nomes do MMA brasileiro está próximo do retorno. Wanderlei Silva, o 'cachorro louco', vai enfrentar o perigoso Brian Stann na edição 130 do UFC, em Las Vegas, no dia 28 de Maio.
E, na preparação para o combate contra o norte-americano, uma 'novidade'. Após meses de troca de acusações e até mesmo processo judicial, o preparador físico Rafael Alejarra voltou a fazer parte da equipe de Wanderlei.
"O que me fez feliz foi poder conversar olho no olho com o Wanderlei de novo, poder abraçar ele. A gente se gosta. Ele sabe que tem um amigo aqui", afirmou Alejarra, em entrevista à revista Tatame.
Através de sua página oficial no Twitter (@wandfc), o 'cachorro louco' também comentou sobre o encontro de paz que teve com o treinador: "Vimos que um não deve nada ao outro. Eu disse aqui que ele moveu uma ação contra mim, e agora tenho a atitude de homem de dizer que ele a retirou".
Antes de se desconectar da rede social, na noite de quinta-feira, Wanderlei não perdeu a oportunidade de mandar um recado ao desafeto Vitor Belfort, derrotado por Anderson Silva no último sábado na disputa pelo cinturão dos médios do UFC: "E aí, Belfort, agora você não tem para onde correr".
O 'cachorro louco' irá enfrentar Brian Stann na edição 130 do UFC, em Las Vegas
E, na preparação para o combate contra o norte-americano, uma 'novidade'. Após meses de troca de acusações e até mesmo processo judicial, o preparador físico Rafael Alejarra voltou a fazer parte da equipe de Wanderlei.
"O que me fez feliz foi poder conversar olho no olho com o Wanderlei de novo, poder abraçar ele. A gente se gosta. Ele sabe que tem um amigo aqui", afirmou Alejarra, em entrevista à revista Tatame.
Através de sua página oficial no Twitter (@wandfc), o 'cachorro louco' também comentou sobre o encontro de paz que teve com o treinador: "Vimos que um não deve nada ao outro. Eu disse aqui que ele moveu uma ação contra mim, e agora tenho a atitude de homem de dizer que ele a retirou".
Antes de se desconectar da rede social, na noite de quinta-feira, Wanderlei não perdeu a oportunidade de mandar um recado ao desafeto Vitor Belfort, derrotado por Anderson Silva no último sábado na disputa pelo cinturão dos médios do UFC: "E aí, Belfort, agora você não tem para onde correr".
O 'cachorro louco' irá enfrentar Brian Stann na edição 130 do UFC, em Las Vegas
Contra hegemonia do UFC, Strikeforce revive 'charme' do Pride com GP de pesados
Quando o UFC ainda engatinhava junto ao público de MMA, o Pride já era o maior torneio do mundo e brilhava, principalmente, pelas disputas no formato Grand Prix, os GPs. Com o fim do show japonês, o formato ficou relegado a pequenas competições, mas o Strikeforce resolveu reviver o charme dessa disputa com o que tem de melhor. A meta? Bater de frente com o UFC, maior evento do esporte na atualidade.
Começa neste sábado, em Nova Jersey, o GP dos pesos pesados com alguns dos nomes mais importantes do MMA mundial. Nessa primeira perna da disputa, a estrela será o russo Fedor Emelianenko, considerado um dos melhores lutadores de todos os tempos, mas que vem de derrota para Fabrício Werdum. Seu adversário será o também brasileiro Antonio Silva, o Pezão.
O sistema de disputa é muito simples: foi montada uma chave, como nos torneios de mata-mata do futebol, e os confrontos de quartas de final foram sorteados dentre os principais pesos pesados do torneio. Quem vencer, passa à semifinal e o ganhador da decisão receberá o cinturão de campeão do GP. Esse será o golpe mais forte do Strikeforce na tentativa de combater a hegemonia do UFC no cenário do esporte.
O próprio Fedor conquistou boa parte de sua fama ao levar o GP dos pesados do Pride, além do próprio título da categoria no torneio japonês. Essa será a oportunidade de o russo mostrar que ainda pode ser considerado o melhor do mundo depois de sua derrota para Werdum. “Normalmente, assisto minhas lutas apenas uma vez depois delas, mas essa – tenho de assumir – assisti muitas. Muitas sozinho e outras muitas com meus amigos.”
Por outro lado, aos 34 anos, Emelianenko assume que esse Grand Prix do Strikeforce pode ser a disputa final de sua carreira. “Para falar a verdade, eu realmente sinto minha idade e cada vez mais penso em aposentadoria, mas quero lutar tanto tempo quanto eu conseguir. Vou chegar ao fim desse contrato e sendo campeão, podem apostar.”
Mas se Fedor está em busca de afirmação, quem está surfando no bom momento é Fabrício Werdum. O gaúcho vem como estrela do torneio e roubando a cena dos grandes nomes. Mesmo assim, mantém a cautela. “Não posso me considerar um dos favoritos, meu foco agora é apenas meu treinamento. E não é brincadeira, mais devo ter visto mil vezes minha luta com o Fedor, pois ela foi muito importante para mim.”
Além de Emelianenko e Werdum, o GP dos pesados do Strikeforce conta com importantes nomes do MMA como o holandês Alistair Overeem, rival de Fabrício, atual campeão dos pesados do torneio e do GP do K-1; além de dois ex-campeões dos pesados do UFC: o norte-americano Josh Barnett e o bielorrusso Andrei Arlovski.
As próximas pernas das quartas de final da disputa ainda não têm datas oficiais, mas a expectativa é que a seguinte seja em 9 de abril e contando com Werdum x Overeem na luta principal, além de Josh Barnett contra Brett Rogers. Também há a especulação que uma delas ocorra no Japão, no segundo semestre.
O Strikeforce: Fedor Emelianenko vs. Antonio Silva acontece na madrugada deste sábado para domingo, a 1h (de Brasília) e terá transmissão do canal por assinatura HBO Plus.
Começa neste sábado, em Nova Jersey, o GP dos pesos pesados com alguns dos nomes mais importantes do MMA mundial. Nessa primeira perna da disputa, a estrela será o russo Fedor Emelianenko, considerado um dos melhores lutadores de todos os tempos, mas que vem de derrota para Fabrício Werdum. Seu adversário será o também brasileiro Antonio Silva, o Pezão.
O sistema de disputa é muito simples: foi montada uma chave, como nos torneios de mata-mata do futebol, e os confrontos de quartas de final foram sorteados dentre os principais pesos pesados do torneio. Quem vencer, passa à semifinal e o ganhador da decisão receberá o cinturão de campeão do GP. Esse será o golpe mais forte do Strikeforce na tentativa de combater a hegemonia do UFC no cenário do esporte.
O próprio Fedor conquistou boa parte de sua fama ao levar o GP dos pesados do Pride, além do próprio título da categoria no torneio japonês. Essa será a oportunidade de o russo mostrar que ainda pode ser considerado o melhor do mundo depois de sua derrota para Werdum. “Normalmente, assisto minhas lutas apenas uma vez depois delas, mas essa – tenho de assumir – assisti muitas. Muitas sozinho e outras muitas com meus amigos.”
Por outro lado, aos 34 anos, Emelianenko assume que esse Grand Prix do Strikeforce pode ser a disputa final de sua carreira. “Para falar a verdade, eu realmente sinto minha idade e cada vez mais penso em aposentadoria, mas quero lutar tanto tempo quanto eu conseguir. Vou chegar ao fim desse contrato e sendo campeão, podem apostar.”
Mas se Fedor está em busca de afirmação, quem está surfando no bom momento é Fabrício Werdum. O gaúcho vem como estrela do torneio e roubando a cena dos grandes nomes. Mesmo assim, mantém a cautela. “Não posso me considerar um dos favoritos, meu foco agora é apenas meu treinamento. E não é brincadeira, mais devo ter visto mil vezes minha luta com o Fedor, pois ela foi muito importante para mim.”
Além de Emelianenko e Werdum, o GP dos pesados do Strikeforce conta com importantes nomes do MMA como o holandês Alistair Overeem, rival de Fabrício, atual campeão dos pesados do torneio e do GP do K-1; além de dois ex-campeões dos pesados do UFC: o norte-americano Josh Barnett e o bielorrusso Andrei Arlovski.
As próximas pernas das quartas de final da disputa ainda não têm datas oficiais, mas a expectativa é que a seguinte seja em 9 de abril e contando com Werdum x Overeem na luta principal, além de Josh Barnett contra Brett Rogers. Também há a especulação que uma delas ocorra no Japão, no segundo semestre.
O Strikeforce: Fedor Emelianenko vs. Antonio Silva acontece na madrugada deste sábado para domingo, a 1h (de Brasília) e terá transmissão do canal por assinatura HBO Plus.
A luta do século é destaque nas redes sociais
O combate entre Anderson Silva e Vitor Belfort gerou mais 240 mil mensagens nos 10 primeiros dias de fevereiro
O combate entre Anderson Silva e Vitor Belfort, realizado no último dia 6, em Las Vegas, gerou números impressionantes. Além do recorde de vendas de PPV no Brasil, com mais de 100 mil assinaturas, o confronto também movimentou as redes sociais. O IBOPE informou que a “a luta do século” gerou um volume de comentários maior que as manifestações no Egito e o incêndio na Cidade do Samba.
De acordo com o instituto de pesquisa, nos 10 primeiros dias de fevereiro, foram mais de 240 mil mensagens originadas de perfis brasileiros mencionando o confronto. Já na madrugada do dia 6, data da luta, o pico das discussões chegou a 100 mil publicações.
Mesmo após o confronto, a luta ainda era destaque na rede, já que nos últimos dias os internautas continuaram a falar do combate, fazendo comparações do chute frontal de Anderson com o lance que resultou na expulsão de Hernanes, na partida entre Brasil e França, realizada na quarta-feira.
Anderson Silva comemora a vitória no primeiro round sobre Belfort
Veja abaixo os principais momentos da luta, que ocorreu durante o UFC 126, em Las Vegas. Com um chute que aprendeu com Steven Seagal, Anderson Silva nocauteou Vitor Belfort ainda no primeiro round.
Fonte: UOL Esportes
O combate entre Anderson Silva e Vitor Belfort, realizado no último dia 6, em Las Vegas, gerou números impressionantes. Além do recorde de vendas de PPV no Brasil, com mais de 100 mil assinaturas, o confronto também movimentou as redes sociais. O IBOPE informou que a “a luta do século” gerou um volume de comentários maior que as manifestações no Egito e o incêndio na Cidade do Samba.
De acordo com o instituto de pesquisa, nos 10 primeiros dias de fevereiro, foram mais de 240 mil mensagens originadas de perfis brasileiros mencionando o confronto. Já na madrugada do dia 6, data da luta, o pico das discussões chegou a 100 mil publicações.
Mesmo após o confronto, a luta ainda era destaque na rede, já que nos últimos dias os internautas continuaram a falar do combate, fazendo comparações do chute frontal de Anderson com o lance que resultou na expulsão de Hernanes, na partida entre Brasil e França, realizada na quarta-feira.
Anderson Silva comemora a vitória no primeiro round sobre Belfort
Veja abaixo os principais momentos da luta, que ocorreu durante o UFC 126, em Las Vegas. Com um chute que aprendeu com Steven Seagal, Anderson Silva nocauteou Vitor Belfort ainda no primeiro round.
Fonte: UOL Esportes
Anderson Silva e sua carreira no MMA
Anderson estreou no Mecca, em sua primeira luta, foi derrotado pelo também brasileiro Luiz Azeredo por decisão dividida dos juízes. [6] Após essa luta, conseguiu nove vitórias seguidas, sendo seis delas por (T)KO. Nessa série de vitórias, ele venceu Hayato Sakurai, luta em que obteve o título de campeão peso médio do Shooto.
Pride e Cage Rage
Em 2002, Silva passou a lutar no PRIDE. Em sua primeira luta venceu Alex Steibling. Anderson venceu também, o então campeão dos pesos meio-médios, o canadense Carlos Newton. Silva ganhou com uma joelhada depois de Newton tentar golpeá-lo.
No Pride 26, Silva enfrentou Daiju Takase, que considerando seu cartel até então de quatro vitórias e sete derrotas, credenciava a Anderson o favoritismo. Porém, o japonês conseguiu uma queda logo no início na luta, e conseguiu manter no chão até finalizar o brasileiro com um triângulo.
Após a derrota para Takase, Anderson Silva lutou em outros eventos. No Conquista Fight 1, venceu o brasileiro Waldir dos Anjos por nocaute técnico. Em 2004, lutou no Gladiator FC: Dia 2 enfrentou o lutador Jeremy Horn, na qual obteve uma vitória por decisão. Três meses depois, Silva fez sua estreia no Cage Rage na Inglaterra. No Cage Rage 8 Anderson lutou e derrotou Lee Murray por decisão.
Naquele mesmo ano, Silva retornou ao Pride para enfrentar Ryo Chonan. O japonês conseguiu finalizar Anderson Silva no terceiro assalto após sofrer vários golpes durante a luta.
Após a derrota, Anderson continuou a lutar no Cage Rage, e em outros eventos. Depois de defender com sucesso duas vezes seu título no Cage Rage, Anderson Silva lutou no Rumble on the Rock 8 contra Yushin Okami na primeira fase do torneio dos médios. Nesta luta chutou o rosto de Okami em posição de guarda, que pelas regras do evento era proibido. O japonês poderia voltar a luta, mas prefiriu não continuar, o que resultou na desqualificação de Anderson Silva.
Carreira no UFC
No ano de 2006, Silva passou a combater no Ultimate Fighting Championship no evento Ultimate Fight Night 5, com vitória sobre Chris Leben. No dia 14 de outubro de 2006, no UFC 64, Anderson Silva teve a oportunidade de disputar o cinturão da categoria de pesos médios no UFC contra Rich Franklin, onde venceu no primeiro round de forma arrasadora.[8] Foi o segundo oponente que derrotou Franklin, depois de Lyoto Machida.
Defesas do Cinturão
Em 3 de fevereiro de 2007, UFC 67, estava programado para Anderson lutar contra o vencedor o reality show "The Ultimate Fighter 4" Travis Lutter. Contudo o adversário se apresentou acima do limite peso da categoria dos médios de 84 quilos, então a luta não era válida pelo título. Nessa luta Anderson Silva venceu o adversário faixa-preta de jiu-jítsu com um triângulo no segundo assalto.
Na luta seguinte, no UFC 73 em 7 de julho de 2007, Anderson Silva defendeu com sucesso seu título contra Nate Marquardt, vencendo por nocaute técnico em 4:50 do primeiro assalto. Três meses depois, no dia 20 de outubro de 2007 no UFC 77, Silva lutou uma revanche defesa do título contra o Rich Franklin, na cidade natal de Franklin em Cincinnati, Silva defendeu seu cinturão ao derrotar Franklin por TKO no segundo assalto.
Em 1 de março de 2008, no UFC 82, Silva lutou contra o campeão dos médios do Pride, Dan Henderson, em uma disputa de unificação de título (títulos do UFC e Pride). Anderson defendeu o seu título ao derrotar Henderson com um mata-leão no segundo assalto.[9]
Cerca de quatro meses depois, no UFC Fight Night: Silva vs Irvin em 19 de julho de 2008, Silva fez sua estreia nos meio-pesados (até 93 kg) contra James Irvin. Anderson venceu por nocaute em 1:01 do primeiro assalto.
Após a unificação dos títulos, em 25 de outubro de 2008 no UFC 90 em Chicago, Anderson Silva voltou a defender seu título dos médios, desta vez contra Patrick Côté. No terceiro assalto, Côté sentiu dores no joelho após desferir um chute. O árbitro Herb Dean declarou a luta encerrada pois Patrick Côté não poderia continuar a luta, e declarou vitória de Anderson Silva por TKO.
No UFC 97 Anderson Silva lutou e venceu Thales Leites por decisão unânime, defendendo seu cinturão e obtendo sua nona vitória consecutiva no UFC, recorde do evento. Thales Leites foi o único homem, até então, na história do UFC a lutar com Anderson Silva nos 5 assaltos até a decisão dos juízes. A multidão vaiou várias vezes o seu desempenho sem brilho, expressão entediada, e as tentativas frustradas de incitar o seu adversário na luta, e no 4º e 5º assalto, Anderson chegou a dançar, e baixar a guarda e golpeou o adversário, sem que houvesse retaliação.
No UFC 101, Silva mais uma vez lutou nos meio-pesados, desta vez contra o ex-campeão da categoria Forrest Griffin. Griffin foi derrubado por três vezes no primeiro assalto. Após o terceiro knockdown, Forrest sinalizou que ele estava acabado, e Silva foi declarado vencedor por nocaute.
Em Abu Dhabi, no UFC 112, Anderson ganhou do brasileiro Demian Maia por decisão unânime dos juízes. A luta foi criticada mundialmente, pelo desleixo de Anderson durante a luta, e pelo fato de não ter nocauteado o adversário, mesmo com uma superioridade absurda sobre o mesmo. O chefão do UFC, Dana White disse que se sentia envergonhado e decepcionado com a apresentação de Anderson, após casar essa luta em um dos maiores evento de UFC da história, economicamente falando e principalmente por ter sido o evento de estréia em Abu Dhabi, onde se esperava um show e não uma luta como aquela como main event.
No UFC 117, em uma luta difícil, após perder os quatro primeiros rounds contra o estadunidense Chael Sonnen, Anderson Silva partiu para o tudo-ou-nada no último round e acabou conseguindo uma vitória extraordinária em uma finalização com um triângulo. [16] Nesta luta Anderson afirmou ter lutado com a costela trincada, contra as recomendações de seu médico.
A próxima luta do Anderson seria uma revanche para Chael Sonnen, mas o mesmo foi pego no exame anti-dopping. Sendo assim, Silva defendeu e manteve o cinturão dos médios no UFC 126, que aconteceu no dia 6 de fevereiro de 2011, em Las Vegas, onde ele lutou contra o compatriota Vitor Belfort. A luta durou pouco menos de 3 minutos, com Belfort nocauteado por um forte chute frontal no rosto, disparado por Silva.
Anderson Silva - Destaques
Pride e Cage Rage
Em 2002, Silva passou a lutar no PRIDE. Em sua primeira luta venceu Alex Steibling. Anderson venceu também, o então campeão dos pesos meio-médios, o canadense Carlos Newton. Silva ganhou com uma joelhada depois de Newton tentar golpeá-lo.
No Pride 26, Silva enfrentou Daiju Takase, que considerando seu cartel até então de quatro vitórias e sete derrotas, credenciava a Anderson o favoritismo. Porém, o japonês conseguiu uma queda logo no início na luta, e conseguiu manter no chão até finalizar o brasileiro com um triângulo.
Após a derrota para Takase, Anderson Silva lutou em outros eventos. No Conquista Fight 1, venceu o brasileiro Waldir dos Anjos por nocaute técnico. Em 2004, lutou no Gladiator FC: Dia 2 enfrentou o lutador Jeremy Horn, na qual obteve uma vitória por decisão. Três meses depois, Silva fez sua estreia no Cage Rage na Inglaterra. No Cage Rage 8 Anderson lutou e derrotou Lee Murray por decisão.
Naquele mesmo ano, Silva retornou ao Pride para enfrentar Ryo Chonan. O japonês conseguiu finalizar Anderson Silva no terceiro assalto após sofrer vários golpes durante a luta.
Após a derrota, Anderson continuou a lutar no Cage Rage, e em outros eventos. Depois de defender com sucesso duas vezes seu título no Cage Rage, Anderson Silva lutou no Rumble on the Rock 8 contra Yushin Okami na primeira fase do torneio dos médios. Nesta luta chutou o rosto de Okami em posição de guarda, que pelas regras do evento era proibido. O japonês poderia voltar a luta, mas prefiriu não continuar, o que resultou na desqualificação de Anderson Silva.
Carreira no UFC
No ano de 2006, Silva passou a combater no Ultimate Fighting Championship no evento Ultimate Fight Night 5, com vitória sobre Chris Leben. No dia 14 de outubro de 2006, no UFC 64, Anderson Silva teve a oportunidade de disputar o cinturão da categoria de pesos médios no UFC contra Rich Franklin, onde venceu no primeiro round de forma arrasadora.[8] Foi o segundo oponente que derrotou Franklin, depois de Lyoto Machida.
Defesas do Cinturão
Em 3 de fevereiro de 2007, UFC 67, estava programado para Anderson lutar contra o vencedor o reality show "The Ultimate Fighter 4" Travis Lutter. Contudo o adversário se apresentou acima do limite peso da categoria dos médios de 84 quilos, então a luta não era válida pelo título. Nessa luta Anderson Silva venceu o adversário faixa-preta de jiu-jítsu com um triângulo no segundo assalto.
Na luta seguinte, no UFC 73 em 7 de julho de 2007, Anderson Silva defendeu com sucesso seu título contra Nate Marquardt, vencendo por nocaute técnico em 4:50 do primeiro assalto. Três meses depois, no dia 20 de outubro de 2007 no UFC 77, Silva lutou uma revanche defesa do título contra o Rich Franklin, na cidade natal de Franklin em Cincinnati, Silva defendeu seu cinturão ao derrotar Franklin por TKO no segundo assalto.
Em 1 de março de 2008, no UFC 82, Silva lutou contra o campeão dos médios do Pride, Dan Henderson, em uma disputa de unificação de título (títulos do UFC e Pride). Anderson defendeu o seu título ao derrotar Henderson com um mata-leão no segundo assalto.[9]
Cerca de quatro meses depois, no UFC Fight Night: Silva vs Irvin em 19 de julho de 2008, Silva fez sua estreia nos meio-pesados (até 93 kg) contra James Irvin. Anderson venceu por nocaute em 1:01 do primeiro assalto.
Após a unificação dos títulos, em 25 de outubro de 2008 no UFC 90 em Chicago, Anderson Silva voltou a defender seu título dos médios, desta vez contra Patrick Côté. No terceiro assalto, Côté sentiu dores no joelho após desferir um chute. O árbitro Herb Dean declarou a luta encerrada pois Patrick Côté não poderia continuar a luta, e declarou vitória de Anderson Silva por TKO.
No UFC 97 Anderson Silva lutou e venceu Thales Leites por decisão unânime, defendendo seu cinturão e obtendo sua nona vitória consecutiva no UFC, recorde do evento. Thales Leites foi o único homem, até então, na história do UFC a lutar com Anderson Silva nos 5 assaltos até a decisão dos juízes. A multidão vaiou várias vezes o seu desempenho sem brilho, expressão entediada, e as tentativas frustradas de incitar o seu adversário na luta, e no 4º e 5º assalto, Anderson chegou a dançar, e baixar a guarda e golpeou o adversário, sem que houvesse retaliação.
No UFC 101, Silva mais uma vez lutou nos meio-pesados, desta vez contra o ex-campeão da categoria Forrest Griffin. Griffin foi derrubado por três vezes no primeiro assalto. Após o terceiro knockdown, Forrest sinalizou que ele estava acabado, e Silva foi declarado vencedor por nocaute.
Em Abu Dhabi, no UFC 112, Anderson ganhou do brasileiro Demian Maia por decisão unânime dos juízes. A luta foi criticada mundialmente, pelo desleixo de Anderson durante a luta, e pelo fato de não ter nocauteado o adversário, mesmo com uma superioridade absurda sobre o mesmo. O chefão do UFC, Dana White disse que se sentia envergonhado e decepcionado com a apresentação de Anderson, após casar essa luta em um dos maiores evento de UFC da história, economicamente falando e principalmente por ter sido o evento de estréia em Abu Dhabi, onde se esperava um show e não uma luta como aquela como main event.
No UFC 117, em uma luta difícil, após perder os quatro primeiros rounds contra o estadunidense Chael Sonnen, Anderson Silva partiu para o tudo-ou-nada no último round e acabou conseguindo uma vitória extraordinária em uma finalização com um triângulo. [16] Nesta luta Anderson afirmou ter lutado com a costela trincada, contra as recomendações de seu médico.
A próxima luta do Anderson seria uma revanche para Chael Sonnen, mas o mesmo foi pego no exame anti-dopping. Sendo assim, Silva defendeu e manteve o cinturão dos médios no UFC 126, que aconteceu no dia 6 de fevereiro de 2011, em Las Vegas, onde ele lutou contra o compatriota Vitor Belfort. A luta durou pouco menos de 3 minutos, com Belfort nocauteado por um forte chute frontal no rosto, disparado por Silva.
Anderson Silva - Destaques
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