Depois da derrota para Anderson Silva, Vitor Belfort vai estar pela primeira vez em ação no dia 6 de agosto, na Filadélfia, no card do UFC 133. Pela frente, Vitor vai ter o japonês Yoshihiro Akiyama.
“Acho que ele é um cara resistente e aplica boas quedas. Aparentemente ele é forte. Acho que é isso. Com luva de quatro onças na mão irmão, o bicho pega, tem que estar ligado. No ringue não pode piscar. Meu trabalho é agir primeiro, se antecipar. Como os animais na selva, vou estar igual a um leão, pronto para caçar. A hora que eu pegar, peguei. Estou fazendo de tudo para estar na melhor fase. Podem esperar, vocês vão adorar”, comentara Vitor numa entrevista recente.
Belfort está treinando duro para dar a volta por cima e se recuperar da incrível derrota em fevereiro. O lutador divulgou um vídeo nesta quarta-feira onde aparece afiando seu boxe com o treinador Gil Martinez. O objetivo é estar mais que preparado para atropelar Yoshihiro.
“Vamos ver um Vitor novo em folha e estou muito animado para essa luta”, afirmou Martinez. “Nosso compromisso é ter um tempo de trabalho duro, e o trabalho que ele está fazendo vai prepará-lo ao nível para ser um campeão de novo”.
Todos sabem que o fenômeno segue com o Jiu-Jitsu entre as prioridades durante a preparação, ao lado de feras como o campeão mundial Gilbert Durinho. No entanto, a trocação não fica de lado.
“O boxe trabalho com o grande treinador mexicano, Gil Martinez, ele é sinistro. Muay Thai com o Ray Sefo e no Jiu-Jitsu, além do Durinho, o Robert Drysdale também costuma me ajudar. O treino está muito bom, alto nível.”
Abaixo, confira um pouco dessa preparação:
Fonte: GracieMag Brasil
quinta-feira, 7 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Rorion Gracie diz que UFC virou "show" onde campeão não é melhor do mundo
Rorion Gracie, criador do UFC, admitiu que não assiste mais ao evento. Em entrevista ao blog Clube da Luta, da revista VIP, ele disse ter orgulho de sua criação, mas também não poupou críticas e disse que não vai acompanhar nem mesmo a edição do Rio de Janeiro. Atualmente, ele mora em Torrance, na Califórnia, onde funciona uma das academias da família Gracie.
“Depois de cinco edições, resolvi sair do UFC. Começaram a haver mudanças e instituições de regras, e eu não concordava com elas. Ele tinha virado um show de entretenimento. E eu queria que fosse um evento com finalidade educacional. Quando vi que ele tinha se tornado algo puramente financeiro, resolvi sair. Estaria me prostituindo se continuasse nele. Dinheiro sempre foi consequência, nunca a razão do meu trabalho. Não assisto mais ao UFC desde então. Nem quando tem luta de um Gracie. E, por isso, não vou assistir ao UFC Rio”, confessou.
Ícone do jiu-jitsu, Rorion afirmou que o campeão de UFC não pode ser considerado o melhor lutador do mundo. “Hoje, não se pode dizer que o campeão do UFC é o melhor lutador do mundo. Ele apenas aprende a usar as regras da competição. Bateu o gongo, ele tem que parar. Isso não é luta de verdade. Mesmo assim, estou orgulhoso do sucesso do evento. Sou o pai da criança. É meu filho e está crescendo, mesmo que longe de mim. Isso é motivo de orgulho”, disse.
O lutador exaltou a popularização da luta em território norte-americano, fato que se deve muito ao seu próprio empenho. “Sempre foi uma arte marcial de defesa pessoal. Para a família Gracie, não dá para aprender luta se a situação for limitada com, por exemplo, juiz, regra ou tempo. O jiu-jítsu é a luta mais humana que existe, a forma mais humana de controlar uma situação. Ele não desfigura ninguém, não tem soco na cara. Se eu apertar um pouquinho o pescoço do sujeito, ele, se for esperto, desiste da luta antes de ser estrangulado. O jiu-jítsu humaniza o praticante e não provoca a briga”, explicou.
Rorion foi responsável pela primeira edição do UFC, hoje um evento multimilionário.“Como o negócio no meu tatame só crescia, resolvi criar um evento para mostrar a eficiência do jiu-jítsu. Foi assim que pensei em fazer o Ultimate Fighting Championship. Era um evento em que não havia regras, juiz, nada disso – como os criadores do jiu-jítsu pregavam. Um estilo contra o outro, para mostrar qual era o melhor. Para bancar a primeira edição, consegui dinheiro com meus alunos. Escolhemos Denver, no Colorado, porque era um dos seis estados americanos que permitia lutas sem luva. Foi um sucesso estrondoso”, finalizou.
Veja esse vídeo (e treine seu inglês) onde Rorion explica porque vendeu o UFC:
Fonte: UOL Esporte
“Depois de cinco edições, resolvi sair do UFC. Começaram a haver mudanças e instituições de regras, e eu não concordava com elas. Ele tinha virado um show de entretenimento. E eu queria que fosse um evento com finalidade educacional. Quando vi que ele tinha se tornado algo puramente financeiro, resolvi sair. Estaria me prostituindo se continuasse nele. Dinheiro sempre foi consequência, nunca a razão do meu trabalho. Não assisto mais ao UFC desde então. Nem quando tem luta de um Gracie. E, por isso, não vou assistir ao UFC Rio”, confessou.
Ícone do jiu-jitsu, Rorion afirmou que o campeão de UFC não pode ser considerado o melhor lutador do mundo. “Hoje, não se pode dizer que o campeão do UFC é o melhor lutador do mundo. Ele apenas aprende a usar as regras da competição. Bateu o gongo, ele tem que parar. Isso não é luta de verdade. Mesmo assim, estou orgulhoso do sucesso do evento. Sou o pai da criança. É meu filho e está crescendo, mesmo que longe de mim. Isso é motivo de orgulho”, disse.
O lutador exaltou a popularização da luta em território norte-americano, fato que se deve muito ao seu próprio empenho. “Sempre foi uma arte marcial de defesa pessoal. Para a família Gracie, não dá para aprender luta se a situação for limitada com, por exemplo, juiz, regra ou tempo. O jiu-jítsu é a luta mais humana que existe, a forma mais humana de controlar uma situação. Ele não desfigura ninguém, não tem soco na cara. Se eu apertar um pouquinho o pescoço do sujeito, ele, se for esperto, desiste da luta antes de ser estrangulado. O jiu-jítsu humaniza o praticante e não provoca a briga”, explicou.
Rorion foi responsável pela primeira edição do UFC, hoje um evento multimilionário.“Como o negócio no meu tatame só crescia, resolvi criar um evento para mostrar a eficiência do jiu-jítsu. Foi assim que pensei em fazer o Ultimate Fighting Championship. Era um evento em que não havia regras, juiz, nada disso – como os criadores do jiu-jítsu pregavam. Um estilo contra o outro, para mostrar qual era o melhor. Para bancar a primeira edição, consegui dinheiro com meus alunos. Escolhemos Denver, no Colorado, porque era um dos seis estados americanos que permitia lutas sem luva. Foi um sucesso estrondoso”, finalizou.
Veja esse vídeo (e treine seu inglês) onde Rorion explica porque vendeu o UFC:
Fonte: UOL Esporte
Judoka no MMA - Ronda Rousey no Strikeforce
A judoka faixa preta 4º dan, Ronda Rousey (ouro nos Panamericanos de Judo em 2004 e 2005, e prata em 2006; ouro nos Jogos Panamericanos 2007; prata no Mundial de Judô de 2007; bronze nas Olimpíadas Beijing em 2008) assinou com o Strikeforce para fazer sua estréia promocional no dia 30 de Julho, no evento Fedor vs. Henderson, contra Sarah “The Monster” D’Alelio (4-1).
Ronda ficou famosa por ser a primeira americana a ganhar uma medalha olímpica no judô, tornando-se vegan para comemorar. Ronda possui um histórico profissional de 2-0, com todas as suas lutas terminando em finalização por Armlock em menos de um minuto. Suas lutas amadoras também caminharam da mesma forma, vale a pena ver os tempos das lutas dela:
Amador:
- Hayden Munoz - 0:23s
- Autumn Richardson - 0:57s
- Taylor Stratford - 0:24s
Profissional:
- Ediane Gomes - 0:25s
- Charmaine Tweet - 0:49s
Tudo leva a crer que será uma ótima aquisição para o Strikeforce, e promete uma luta bem interessante no próximo dia 30. É sempre bom ver atletas de artes marciais tradicionais cruzando a linha e chegando no MMA.
Veja o vídeo abaixo:
Fonte: Kuro Obi
W. Klitschko vence David Haye e confirma hegemonia familiar nos pesados
Wladimir Klitschko comemora ao lado do irmão Vitali a unificação de três cinturões
Em um combate parelho, com estratégias cuidadosas e sem nocaute, o ucraniano Wladimir Klitschko conquistou neste sábado, na Alemanha, o cinturão que restava à sua família. Por pontos, o lutador bateu o britânico David Haye e conseguiu a unificação do único título dos pesos pesados que faltava a ele e seu irmão, Vitali.
Com o resultado, Wladimir passa a deter três dos quatro cinturões mais importantes do boxe: Organização Mundial, Federação Internacional e Associação Mundial de Boxe, sendo que este último era de Haye. Vitali é o atual campeão dos pesos pesados pelo Conselho Mundial de Boxe.
Os jurados decidiram por vitória de forma unânime para o ucraniano, mas com uma vantagem muito acima do que foi visto em cima do ringue: 116-110, 117-109 e 118-108.
David Haye teve uma estratégia muito eficiente, com boas esquivas e entradas rápidas para castigar o rosto de Wladimir com bons golpes. No entanto, mesmo com a perda de um ponto por se apoiar no rival, o ucraniano ganhou mais assaltos na visão dos jurados.
O ucraniano conseguiu poucos golpes certeiros e durante toda a luta não conseguiu achar a distância correta para anular a estratégia de agilidade de Haye. Ainda assim, contou com uma abertura de contagem contra o britânico no 11º round, em uma queda polêmica, não causada por golpe.
A luta
Após muita pompa nas apresentações, a luta começou com Wladimir Klitschko mais ofensivo, usando o jab para se aproximar de Haye. O britânico iniciou concentrado, mas foi à lona em um tropeção no primeiro assalto, no único momento que fugiu à normalidade.
Campeão da AMB, Haye adotou uma tática mais defensiva, esquivando-se bem dos golpes de esquerda de Wladimir, tentando anular uma das especialidades do ucraniano. No terceiro e quarto giros, o visitante partiu mais para cima de Klitschko, provocando o ucraniano, acertando bons golpes e conseguindo trocas mais francas em seu favor.
Depois de muitas tentativas frustradas, Wladimir Klitschko enfim conseguiu um bom golpe no quinto assalto, certeiro na cabeça do britânico, voltando a liderar a pontuação da luta. O ucraniano se soltou mais a partir disso e tomou mais as rédeas do confronto.
No início do sétimo assalto, Klitschko teve um ponto retirado por se apoiar no rival. Além disso, um corte na face já prejudicava sua performance, dificultando a situação nos assaltos finais.
Mantendo o sucesso em suas esquivas e entradas rápidas para desferir golpes no rosto do ucraniano, o britânico seguiu com sua tática “feia”, mas eficiente, fugindo com sucesso dos jabs e diretos de Klitschko, que só voltaram a entrar no fim do nono round.
O 11º round começou com lance polêmico. Em uma queda não causada por golpe, o árbitro abriu contagem para Haye. Nem com isso as táticas dos pugilistas se alterou, mesmo que o britânico precisasse mostrar a agilidade do início da luta. O britânico foi para a luta franca no último giro, aceita por Wladimir nos dois minutos finais de combate, com ambos os pugilistas acertando bons golpes.
No fim, os jurados confirmaram a vitória de Klitschko, em casa. Haye, apesar de abatido, mostrou cavalheirismo e reclamou pouco do resultado, cumprimentando Wladimir mesmo após uma guerra de bastidores entre ambos antes do combate, recheada de provocações nos últimos dois anos. O combate seria realizado em 2009, mas demorou dois anos a ser concretizado, após uma lesão nas costas do britânico.
W.Klitschko fala do feito
"Gostaria de ter nocauteado, ainda não estou contente com suas provocações antes da luta, mas a luta fala por si. Ele foi veloz e não me deu chance de nocautear. Eu não me machuquei em nenhum momento e, com meu irmão, atingi o sonho de unificar os títulos dos pesados."
Confira o último round e os resultados
Fonte: UOL Esporte
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Dana White diz que carreira de Wanderlei Silva 'provavelmente chegou ao fim'
Após 16 meses afastado do octógono em função de múltiplas lesões, o retorno de Wanderlei Silva durou apenas 27 segundos. Na segunda luta principal da edição 132 do UFC, realizada no sábado, em Las Vegas (EUA), o brasileiro sofreu nocaute arrasador para o norte-americano Chris Leben no 1º round.
Foi a sexta derrota do "Cachorro Louco" nos seus oito últimos combates, das quais quatro aconteceram através de nocautes. Aos 36 anos de idade, Wanderlei Silva afirmou durante a semana que continuaria em ação pelos próximos cinco anos, mas talvez o corpo do atleta não acompanhe tal desejo.
"Todos nós sabíamos que Silva e Leben entrariam naquele octógono e trocariam socos até que alguém fosse 'colocado para dormir'. Nesta noite, a vítima foi Wanderlei", afirmou o presidente do UFC, Dana White, em entrevista coletiva realizada minutos após o término do UFC 132.
"As pessoas adoram Wanderlei em função de seu estilo de luta, mas este é provavelmente o fim de sua jornada no MMA. Eu não vejo razão para Silva voltar ao octógono", completou.
O brasileiro, cujo rico cartel inclui 33 vitórias, 11 derrotas e uma luta sem vencedor, tornou-se um dos maiores nomes do esporte na época em que era funcionário do extinto Pride. Dana White fez questão de enaltecer que não estava demitindo o "Cachorro Louco" ainda, mas que fará "tudo o que puder" para convencer o atleta a optar pela aposentadoria.
"É um desses casos que faço questão de chamar para conversar pessoalmente. Situação parecida com a que Chuck Liddell viveu. Silva não tem nada mais a provar, sempre foi um grande guerreiro. Eu apenas não quero ver mais nocautes como este aplicado por Leben", concluiu o 'chefão' do Ultimate.
"Quem tem amigos nunca esta só. (Foi) um dos piores dias da minha vida, mas os que são realmente meus amigos estão (me) fazendo passar", disse Wanderlei.
Confira o vídeo da luta:
Fonte: ESPN Brasil
Queixo de Wanderlei Silva não suportou série de ganchos de Chris Leben no UFC 132
Foi a sexta derrota do "Cachorro Louco" nos seus oito últimos combates, das quais quatro aconteceram através de nocautes. Aos 36 anos de idade, Wanderlei Silva afirmou durante a semana que continuaria em ação pelos próximos cinco anos, mas talvez o corpo do atleta não acompanhe tal desejo.
Wanderlei Silva recebe atendimento médico após ser nocauteado por Leben no UFC 132
"Todos nós sabíamos que Silva e Leben entrariam naquele octógono e trocariam socos até que alguém fosse 'colocado para dormir'. Nesta noite, a vítima foi Wanderlei", afirmou o presidente do UFC, Dana White, em entrevista coletiva realizada minutos após o término do UFC 132.
"As pessoas adoram Wanderlei em função de seu estilo de luta, mas este é provavelmente o fim de sua jornada no MMA. Eu não vejo razão para Silva voltar ao octógono", completou.
O brasileiro, cujo rico cartel inclui 33 vitórias, 11 derrotas e uma luta sem vencedor, tornou-se um dos maiores nomes do esporte na época em que era funcionário do extinto Pride. Dana White fez questão de enaltecer que não estava demitindo o "Cachorro Louco" ainda, mas que fará "tudo o que puder" para convencer o atleta a optar pela aposentadoria.
"É um desses casos que faço questão de chamar para conversar pessoalmente. Situação parecida com a que Chuck Liddell viveu. Silva não tem nada mais a provar, sempre foi um grande guerreiro. Eu apenas não quero ver mais nocautes como este aplicado por Leben", concluiu o 'chefão' do Ultimate.
"Quem tem amigos nunca esta só. (Foi) um dos piores dias da minha vida, mas os que são realmente meus amigos estão (me) fazendo passar", disse Wanderlei.
Confira o vídeo da luta:
Fonte: ESPN Brasil
sexta-feira, 1 de julho de 2011
As 10 Melhores Finalizações do Vale-Tudo
Compilação com as 10 melhores finalizações do MMA.
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